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de ausências calmas

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* é sob esse céu de ausências calmas que intensifico a minha insistência num verso prometido às gordas nuvens que correm como um corcel ao vento (...) que nasça prematuro ou no seu tempo, e, chuva, que fecunde incertas almas chovendo, então que as lave, fora e dentro e lava sendo, então que incendeie as tácitas palavras que, indispostas,  sob esse céu de ausências me devoram - Lena Ferreira - 

SOL-TE

E nas horas calmas, enquanto sol-te, constelas, delicado, o meu céu... SOL-TE - Lena Ferreira - abr.14

INTERMITENTES

Certas verdades, intermitentes, bordadas por gazes finas, transpassadas perpassando as fases de uma vida em cela revelam o vício dos vínculos convenientes Ingenuamente, trazem o fim para o início fundam precipícios nos verbos contritos acordando atritos no poro indisposto; desgosto em arrepios, anunciam conflitos Certas verdades, intermitentes, atadas por nós mudos, surdos e cegos confrontam o ego de um mundo absurdo e deixam escapar o que ia na palma... (...diante de tantas mentiras calmas) INTERMITENTES – Lena Ferreira – dez.13