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Mostrando postagens com o rótulo olhar

desacostumo

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sobre as coisas acostumadas planto um olhar diferente desviando-me dos rótulos em disposições aparentes apreçadas pelo tempo pelo vento do abandono pelo não que bate à porta pelo talvez dito em pressa   sobre as coisas acostumadas sob esse estágio sem trono enterro o sim da promessa desacostumo o seu dono num verso em estado bruto uso a calma que me importa: planto outro olhar, já sem sono, que fecunda o próprio fruto - Lena Ferreira -  

sempre foi

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  A escolha é minha: olhar adiante com trave nos olhos e consequentemente enxergar somente uma parte do que realmente se passa... Ou retirar a trave que me impede de enxergar o que de fato acontece, com meus próprios olhos.   Bem, a escolha é minha. Sempre foi... - Lena Ferreira -

cor de fogo

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é um mar esses teus olhos cor de fogo acesos incensos seculares olhares que vagam pelo corpo poemas, dois dos espetaculares em ondas que chamam, atrevimento em notas de fina quintessência são folhas dançando contra o vento com passos beirando a excelência é um mar esses teus olhos cor de fogo que acendem o rubor da minha tez ah, se eu permaneço nesse jogo bem certo é que me afogue de uma vez - Lena Ferreira - 
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não me perturba esse olhar quase cativo debruçado da varanda do meu pensamento esparso e muito menos quando vai assim, lascivo, e impregna com lavanda todo o canto em que me espaço quando desfila descuidado entre as rotinas, planta infinitas surpresas no jardim destas retinas e essas meninas, que já viram tanto, tanto - vida, morte, riso, pranto - veem-se diante deste espanto: não se perturbam com o instante em que as contemple, mas enlouquecem quando planta um para sempre