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NOVAMENTE

Uma palavra era o que me pedias e, tola, dei-te a frase completa talvez por pretensão de ser poeta talvez por pretender ser poesia Em linha curva era o que querias e, boba, entreguei-te numa reta o tiro e o alvo  ao escolher a seta que me acertava quando te atingia Uma palavra só, mas dei-te o verso que o intento atingiu seu reverso; interpretaste mal os meus motivos Agora, o que fazer com aquela frase? - silêncio, novamente, em nova fase segue-me o teu  olhar com duros crivos NOVAMENTE - Lena Ferreira - mar.15