DE QUANDO
Sentada na varanda, te espero, ao lado da roseira cor de rosa e abraço a lembrança mais frondosa onde era meu teu verso mais sincero. Talvez pelo perfume que exala das rosas, o passado venha à tona. - de quando, do teu peito, eu era a dona rimando o verso que hoje se cala. - Sentada na varanda, sinto o vento acarinhando o vão do pensamento que teima em prosseguir nessa espera. Talvez, quem sabe um dia, na chegada tu digas que ainda sou tua amada e dê-me o beijo que jamais me dera DE QUANDO - Lena Ferreira - mai.14