DE ESQUECER
Teu nome, de esquecer, passou do tempo dizia-me a razão desde o princípio das alucinações em precipício nos despropósitos ditos ao vento [teu nome, tão sonoro, tão bonito valsa com a língua pelo rubro espaço chegando à alma como um terno abraço deixando em sua pele um verso escrito] Teu nome, esquecer, diga-me como se quanto menos falo, mais eu somo realidade ao sonho em que debruço? Teu nome, viro lua, se me esqueço e sendo tu o sol que não aqueço deixo escapar teu nome entre soluços DE ESQUECER - Lena Ferreira - fev.15