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por sabê-la prisma

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* não questiono essa verdade nua a desfilar dual de encosta a encosta engravidando outro oceano exposto avolumando-o em densidade e norma que plataforma em cada sopro fácil do vento unânime em absurdo e pressa que arremessa os meus dois olhos longe como a punir-me por sabê-la frágil - como a punir-me por sabê-la prisma - mas, bem redimo-me do estado lua cultivo estrelas na passagem estreita que me madruga em pensamento-rio e desemboca em versos de exceção - não questiono essa verdade nua que sua, e úmida condensa a ação - - Lena Ferreira -